SARAH HARDIN

 Artista que trabalha com a técnica de pintura abstrata fluida desde 2021. Mora em  Missouri, EUA.

Aos nossos olhos, parece fácil apenas jogar algumas cores e misturar aleatoriamente. Porém exige um olhar treinado e acostumado a conduzir o mix das tintas e formas, equilibrando tudo para se chegar ao resultado final.

THEO JANSEN

Esculturas que se movimentam com o vento. Nome das esculturas: “Strandbeests”.  Esculturas feitas para caminharem pela areia da praia, trazendo uma percepção de serem quase “orgânicas”. 

Esculturas cinéticas que se movem, ou exigem que você se mova, para que se entenda o que está vendo. Cada uma dessas esculturas brinca com nossa percepção e engana nossos olhos, fazendo-nos ver algo totalmente novo.

CLAIRE E ANTHO

Unimos nossas duas paixões, comédia e dança, usando ângulos de câmera, performances ao vivo e teatro de sombras. Temos orgulho de sermos os criadores deste conceito.

“Na vida, tudo é uma questão de perspectiva.”

THIBAULT e NICOLE RAMIREZ

A dança de salão vai muito além de simples  movimentos. Ela une ritmo, convivência social, e tradição. Normalmente praticada em casal, é um diálogo em forma de movimento, onde liderança e condução se equilibram com a sensibilidade e a entrega ao parceiro.

 

LUCA  STRICAGNOLI 

Musico apresenta uma intrigante performance instrumental, reinventando a música icônica da banda Gorillaz utilizando o tapping juntamente com o dedilhado. Técnica e criatividade aliadas, ricas em timbres e execução cheia de energia.

TIMO BOLL e o robô KUKA

O vídeo mostra um confronto entre a habilidade humana e a precisão de um robô, tendo como arena a música. Embora tenha mais de dez anos, é interessante comparar como a evolução robótica caminhou.

O mar sendo ressignificado todo o tempo…

Múltiplas interpretações  uso de diferentes materiais.

Impacta a emoção,

SANTANA – “SONG OF THE WIND”

“Song of the Wind” é uma peça instrumental icônica da banda Santana, lançada em 1972. Ela é reconhecida por sua complexidade melódica e pela interação de guitarras entre Carlos Santana e Neal Schon.   Faz parte do quarto álbum de estúdio da banda, intitulado Caravanserai, lançado em 11 de outubro de 1972.   A faixa exemplifica a mudança do grupo para um som mais voltado ao jazz fusion e rock progressivo, afastando-se do rock latino comercial de seus primeiros álbuns.
Neal Schon revelou que ele e Carlos Santana basicamente improvisaram a música no estúdio. A música apresenta três solos distintos: Schon toca o primeiro e o último solo, enquanto Carlos Santana executa o solo intermediário.
A batida da música possui influências de ritmos brasileiros, como a Bossa Nova e o Samba, integrados ao estilo percussivo da banda.
Músicos Participantes: Além de Santana e Schon, a gravação conta com Gregg Rolie no órgão, Michael Shrieve na bateria, Douglas Rauch no baixo e James Mingo Lewis nas congas.
Esta música de Santana é frequentemente citada por críticos como uma “obra-prima de invenção melódica”, onde o improviso flui como uma narrativa contínua.
Song Of The Wind · Santana Caravanserai ℗ 1972 Columbia Records Released on: 1972-10-11   Main Artist: Santana Associated Performer: Santana Composer: Gregg Rolie Composer: Carlos Santana Composer: Neal Schon

A ARTE DO CORPO: BRUCE LEE 

Bruce Lee não era apenas um mestre em artes marciais, mas também um verdadeiro filósofo do movimento humano. Sua abordagem combinava técnica, disciplina e criatividade, tem muito a nos ensinar sobre a relação entre controle corporal e expressão artística, especialmente quando se trata da dança.  

Em sua famosa máxima “Seja como a Água”, Lee nos convidava a entender que o movimento não é apenas sobre força bruta, mas sobre fluidez e adaptação. Essa fluidez é fundamental tanto nas artes marciais quanto na dança. Ambas exigem precisão e controle, mas também a habilidade de se adaptar ao momento e ao espaço em que se está movimentando.

ESCRITORA ELIF SHAFAK

“Gostaria de ter esperança e acreditar que escritores e romancistas sejam os guardiões da memória de suas sociedades, de suas épocas.”  A escritora Elif Shafak é profundamente motivada pelos silêncios da história e pelas histórias esquecidas. 

 Elif Shafak percebeu que, na maioria das famílias, as gerações mais jovens costumam fazer as perguntas mais profundas e incisivas sobre o passado da família. O mesmo vale para as nações, de acordo com Shafak, que afirma que o país de origem da Turquia é uma “nação de amnésia coletiva”. Ela diz:  

“Se estamos interessados nessas histórias esquecidas, e eu estou, acho que precisamos nos tornar um pouco como um arqueólogo linguístico ou cultural”. 

JOSH HERNANDES

Cada retrato começa com desordem, camadas de carvão, borrões e ruído. O que se desdobra é um rosto, um sentimento, um momento de quietude. Arte que reflete a experiência humana, crua, imperfeita e real.

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